Na aula de Formação Cívica do dia 18 de Janeiro de 2011, a Professora propôs-nos que fizessemos um trabalho de grupo imaginando que fazíamos parte de uma Comissão Disciplinar duma escola, tendo como tarefa encontrar uma solução/ estratégia para um caso de bullying...
Surgiu este trabalho interessante:
“Situações de conflito e violência”- estratégias de actuação sem violência.
Depois de uma grande conversação decidimos distribuir os actos por vários graus:
1º grau – actos sem importância, mas com continuação progressiva, poderá influenciar nos maus comportamentos.
2º grau – actos com alguma importância, que com continuação poderão tornar-se muito graves.
3º grau – actos muito graves, sérios, com maus exemplos.
Como sanção decidimos conjuntamente, um pedido de desculpas, ordenar os livros da biblioteca correctamente, ajudar os funcionários na recolha de lixo e tentar tirar as nódoas das mochilas, pois cuspiram nelas.
Escrito por: Ana Catarina, Alícia , Tiago, Dinis, Vanessa 5ºD.
Amor de Perdição
"Amor de Perdição"
Este trata-se de mais um texto vencedor, na nossa escola, segundo a Prof.a Marta Cirne, do Concurso "Quem conta um conto, acrescenta um ponto", patrocinado pelo semanário Sol.
Amor de Perdição
Este trata-se de mais um texto vencedor, na nossa escola, segundo a Prof.a Marta Cirne, do Concurso "Quem conta um conto, acrescenta um ponto", patrocinado pelo semanário Sol.
Amor de Perdição
(…) Algumas das cartas foram recuperadas e entregues ao pai de Teresa. Este leu-as e…começaram os sonhos, que mais pareciam realidade. Ora leiam…
Teresa ainda pensava em Simão, mas sabia que, mais cedo ou mais tarde, teria de o esquecer para não sofrer mais aquela angústia enorme. Também teria que começar a pensar que iria casar com o seu primo, porque o pai a obrigaria.
Simão, perdido ou morto no meio daquelas águas revoltas, com a sua alma acreditava no seu eterno amor e, mesmo não estando perto da sua amada, nunca a deixaria de amar com o seu coração doce e belo.
Teresa padecia, contando os dias que passaram, desde que deixou de ver o seu amado Simão, mas acreditava que o seu amado voltaria daquela terra longínqua e que iriam casar e ter uma vida feliz, tal como sonharam.
Já tinham passado dias e dias desde que Simão partira, e estava quase na véspera do casamento de Teresa com seu primo.
Teresa resolvera fazer as malas para o seu pai a ir buscar ao convento. Era necessário preparar e organizar tudo para o casamento dela com o seu primo.
Teresa não tinha vontade de fazer nada e estava muito desapontada com o seu pai. Não parava de pensar em Simão.
Mas, como por magia, Simão apareceu ali, ao seu lado. Quando Teresa se virou não acreditou no que estava a ver. Esfregou os olhos… era mesmo verdade!
Teresa deu-lhe um grande beijo e disse-lhe que nunca mais se separariam. Agora iria fugir com Simão e viveriam felizes para todo o sempre.
Teresa virou as costas ao seu mundo e seguiu…
O pai, atormentado, acordou do seu repetido sonho…
Todas as noites, desde que Teresa morrera, sonhava o mesmo. As lágrimas escorreram-lhe pela cara. Estava arrependido com o destino que tinha dado à sua filha e ao seu amor.
Teresa e Simão tinham abandonado este mundo e encontraram-se no Paraíso.
Simão ao vê-la chorou de alegria. Agora já estavam juntos pelo coração e pela alma e nunca mais se iriam separar. Viveriam ali a sua história de amor, um amor de perdição.
Mariana nunca mais lhes apareceu, mas sabiam que ela estaria a apoiá-los naquele eterno amor.
Teresa ainda pensava em Simão, mas sabia que, mais cedo ou mais tarde, teria de o esquecer para não sofrer mais aquela angústia enorme. Também teria que começar a pensar que iria casar com o seu primo, porque o pai a obrigaria.
Simão, perdido ou morto no meio daquelas águas revoltas, com a sua alma acreditava no seu eterno amor e, mesmo não estando perto da sua amada, nunca a deixaria de amar com o seu coração doce e belo.
Teresa padecia, contando os dias que passaram, desde que deixou de ver o seu amado Simão, mas acreditava que o seu amado voltaria daquela terra longínqua e que iriam casar e ter uma vida feliz, tal como sonharam.
Já tinham passado dias e dias desde que Simão partira, e estava quase na véspera do casamento de Teresa com seu primo.
Teresa resolvera fazer as malas para o seu pai a ir buscar ao convento. Era necessário preparar e organizar tudo para o casamento dela com o seu primo.
Teresa não tinha vontade de fazer nada e estava muito desapontada com o seu pai. Não parava de pensar em Simão.
Mas, como por magia, Simão apareceu ali, ao seu lado. Quando Teresa se virou não acreditou no que estava a ver. Esfregou os olhos… era mesmo verdade!
Teresa deu-lhe um grande beijo e disse-lhe que nunca mais se separariam. Agora iria fugir com Simão e viveriam felizes para todo o sempre.
Teresa virou as costas ao seu mundo e seguiu…
O pai, atormentado, acordou do seu repetido sonho…
Todas as noites, desde que Teresa morrera, sonhava o mesmo. As lágrimas escorreram-lhe pela cara. Estava arrependido com o destino que tinha dado à sua filha e ao seu amor.
Teresa e Simão tinham abandonado este mundo e encontraram-se no Paraíso.
Simão ao vê-la chorou de alegria. Agora já estavam juntos pelo coração e pela alma e nunca mais se iriam separar. Viveriam ali a sua história de amor, um amor de perdição.
Mariana nunca mais lhes apareceu, mas sabiam que ela estaria a apoiá-los naquele eterno amor.
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Concurso do semanário Sol
"As Pupilas do Senhor Reitor"
Foi pedido aos alunos do 5.º Ano que participassem no Concurso "Quem conta um conto, acrescenta um ponto" - patrocinado pelo Semanário Sol.
Daí resultaram bons textos tais como este que se segue, pertencente à aluna Alícia Frango, do 5.º D:
As pupilas do Senhor Reitor
– Daniel! Daniel! - gritou Margarida entrando, de rompante, no consultório de Daniel.
– O que se passa mulher, que gritos são esses? - inquiriu o Daniel.
– Lê! Lê! A carta que recebi da minha irmã! - disse a Margarida entregando-lhe a carta e sentando-se na poltrona do consultório, ainda sem fôlego e soluçando.
Daniel pegou na carta e começou a ler.
A carta que tanto desassossêgo provocou na Margarida falava de como estavam crescidos os seus sobrinhos, Dalila e Martim. Ela, uma rapariga reservada, mas possuidora de um grande coração; ele um rapaz de compleição física delicada como o seu tio Daniel, mas era um estudante magnífico. No entanto não foram estas notícias que transtornaram tanto a Margarida. Mas sim o relato da doença do padre António, homem bom e querido por todos. A carta falava na verdade que ele já estava acamado há vários dias e que derivado à sua idade, o seu estado de saúde era bastante grave.
Daniel levanta-se e ajoelhando-se aos pés de sua esposa, pega-lhe na mão e diz:
– Querida, acalma-te, vai preparar os miúdos, quando estivermos prontos vamos para a aldeia.
Quando Margarida chegou a casa gritou:
– Patrícia, César!
Margarida e Daniel também já eram pais de um lindo casal de gémeos. César era forte e sadio como o tio Pedro e o avô José, mas sem vocação para os estudos, demonstrava, no entanto, uma enorme paixão pela vida do campo. E Patrícia era uma menina muito bonita e já dona de muitos corações.
Após uma viajem cansativa do Porto para a aldeia natal, onde imperou o silêncio, finalmente chegaram ao destino.
César foi o primeiro a correr em direcção ao seu avô José das Dornas. Deu-lhe um grande abraço e disse-lhe que já estava com muitas saudades dele, pois ele era o neto querido do avô e o único apreciador dos trabalhos da quinta.
Entre abraços e beijos, lá passaram alguns minutos, quando apareceram o Pedro, sua mulher e os seus filhos, que iam visitar o Senhor Reitor. Depois de se cumprimentarem e de matarem as muitas saudades que existiam…
– Sabem onde está o padre António? – interrogou o Daniel.
– Sim, ele está em casa. – ripostou a Clara.
– Nós vamos visitá-lo, se quiserem vir connosco. – comunicou o Pedro.
– Sim, nós vamos. – disse o Daniel.
– Se quiserem, eu posso ficar com as crianças! – exclamou o senhor José das Dornas.
– Sim, muito obrigada pai! – exclamou o Pedro.
– Então vamos! – disse a Clara.
Lá foram eles, quando lá chegaram, o Senhor Reitor, que era o tutor de Margarida e Clara, olhou para as duas, nesse momento, notou-se uma luz de felicidade no rosto do velho Padre, tentou levantar-se e com os braços abertos em direcção às suas queridas pupilas esperou pelo grande abraço de Margarida e Clara. De repente, sem se perceber como, morreu, caindo nos braços das suas pupilas.
O funeral foi marcado logo para o dia seguinte. A aldeia inteira estava presente para homenagear o Padre, e nesse dia com o Senhor Reitor foram enterrados todos os boatos, conversas e rumores sobre os dois casais da nossa história.
Daí resultaram bons textos tais como este que se segue, pertencente à aluna Alícia Frango, do 5.º D:
As pupilas do Senhor Reitor
– Daniel! Daniel! - gritou Margarida entrando, de rompante, no consultório de Daniel.
– O que se passa mulher, que gritos são esses? - inquiriu o Daniel.
– Lê! Lê! A carta que recebi da minha irmã! - disse a Margarida entregando-lhe a carta e sentando-se na poltrona do consultório, ainda sem fôlego e soluçando.
Daniel pegou na carta e começou a ler.
A carta que tanto desassossêgo provocou na Margarida falava de como estavam crescidos os seus sobrinhos, Dalila e Martim. Ela, uma rapariga reservada, mas possuidora de um grande coração; ele um rapaz de compleição física delicada como o seu tio Daniel, mas era um estudante magnífico. No entanto não foram estas notícias que transtornaram tanto a Margarida. Mas sim o relato da doença do padre António, homem bom e querido por todos. A carta falava na verdade que ele já estava acamado há vários dias e que derivado à sua idade, o seu estado de saúde era bastante grave.
Daniel levanta-se e ajoelhando-se aos pés de sua esposa, pega-lhe na mão e diz:
– Querida, acalma-te, vai preparar os miúdos, quando estivermos prontos vamos para a aldeia.
Quando Margarida chegou a casa gritou:
– Patrícia, César!
Margarida e Daniel também já eram pais de um lindo casal de gémeos. César era forte e sadio como o tio Pedro e o avô José, mas sem vocação para os estudos, demonstrava, no entanto, uma enorme paixão pela vida do campo. E Patrícia era uma menina muito bonita e já dona de muitos corações.
Após uma viajem cansativa do Porto para a aldeia natal, onde imperou o silêncio, finalmente chegaram ao destino.
César foi o primeiro a correr em direcção ao seu avô José das Dornas. Deu-lhe um grande abraço e disse-lhe que já estava com muitas saudades dele, pois ele era o neto querido do avô e o único apreciador dos trabalhos da quinta.
Entre abraços e beijos, lá passaram alguns minutos, quando apareceram o Pedro, sua mulher e os seus filhos, que iam visitar o Senhor Reitor. Depois de se cumprimentarem e de matarem as muitas saudades que existiam…
– Sabem onde está o padre António? – interrogou o Daniel.
– Sim, ele está em casa. – ripostou a Clara.
– Nós vamos visitá-lo, se quiserem vir connosco. – comunicou o Pedro.
– Sim, nós vamos. – disse o Daniel.
– Se quiserem, eu posso ficar com as crianças! – exclamou o senhor José das Dornas.
– Sim, muito obrigada pai! – exclamou o Pedro.
– Então vamos! – disse a Clara.
Lá foram eles, quando lá chegaram, o Senhor Reitor, que era o tutor de Margarida e Clara, olhou para as duas, nesse momento, notou-se uma luz de felicidade no rosto do velho Padre, tentou levantar-se e com os braços abertos em direcção às suas queridas pupilas esperou pelo grande abraço de Margarida e Clara. De repente, sem se perceber como, morreu, caindo nos braços das suas pupilas.
O funeral foi marcado logo para o dia seguinte. A aldeia inteira estava presente para homenagear o Padre, e nesse dia com o Senhor Reitor foram enterrados todos os boatos, conversas e rumores sobre os dois casais da nossa história.
A Melhor Carta
Já se encontra a decorrer a edição de 2011 do concurso ''A Melhor Carta'', este ano subordinado ao tema ''Imagina que és uma árvore. Explica porque é importante proteger a floresta''. A data limite para recepção das cartas é 25 de Fevereiro de 2011 (data de carimbo do correio).
Participa e concorre!!!
Regulamento em: http://www.anacom.pt/download.jsp?contentId=1056909&fileId=1056907&channel=graphic
Participa e concorre!!!
Regulamento em: http://www.anacom.pt/download.jsp?contentId=1056909&fileId=1056907&channel=graphic
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