Sopa de Letras


Sopa de letras

-O I irrita-se todos os dias! - exclamou o A.
-O L está sempre a limpar! - disse o pai.
-O M manda o R sempre para a rua!
-O O está sempre ocupado!
-O S tem uns sapatos que saltam! - exclamou o A.
E o pai Alfabeto, satisfeito com o primeiro filho, exclama:
- Ó filho, vai lá perguntar à mãe Palavra se o jantar está pronto!
-Mãe, o jantar está pronto?
E a mãe Palavra respondeu que sim.
-Sim, pai, o jantar está pronto.
-Filhos, vamos comer!
-Sim, mãe! - disseram os filhos, em coro.


Nome: Erica Isabel Dias Cavaco    Turma: 5ºD    Nº: 7



Joga e Aprende

Novo Acordo Ortográfico

Entra no link que se segue e aprende, para além de cultura geral, como se escreve segundo o novo acordo ortográfico.

http://fmu.br/game/home.asp

Concurso "Onde te leva a imaginação?"



Para cada nível de ensino são propostas atividades de leitura e escrita, relacionadas com as obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura e com conteúdos CTT. As atividades permitem desenvolver as competências criativas dos participantes de uma forma divertida, através da leitura, escrita e ilustração.

Cada aluno terá que participar: Onde te leva o selo? - data limite de receção 23 de março de 2012
Onde te leva a leitura? - data limite de receção 27 de abril de 2012

Os trabalhos recebidos serão avaliados por um júri que premiará os melhores de cada atividade, por nível de ensino.

Para mais informação, procura em:

http://miudos.irrequietos.com/onde-te-leva-a-imaginacao/entrar.aspx

Sopa de letras

- A culpa é sempre do I, que é indolente…

- E do J, que passa o tempo todo à janela…

- E do…

- E do L que só sabe lamentar-se…

- Então e o M? O M está mal humorado!

- Já o N tem sempre novidades!

- Ainda bem! - diz o pai - Precisamos de novidades.

- O Ó está sempre muito ocupado, nem nos diz nada. Pelo menos, não nos atormenta! - disse o pai, exclamando.

- Já o P anda sempre preocupado em fazer algo…

- O Q nunca nos diz não, anda sempre muito divertido.

- Pois é, pai! Já o R passa-nos ao lado que nem um rato.

- Nem o vemos! – disse o pai.

- O S é um santinho!

- O T é uma boa companhia armado em trombinha… HeHeHe.

- Ai, pai! Já o U, o V, o X, e o Y…

Vem a mãe palavra, e diz:

- Ainda, por aqui, na sala? A conversa ainda não acabou? O jantar já está pronto! Venham para a mesa!!!

Trabalho realizado por: Inês Guita (5.º D)

Continuação do texto "Sopa de Letras"




- E o K que só vive a comer ketchup
- Coitado do L que só vive a lamentar-se.
- Sortudo é o M que só ganha medalhas de ouro.
- E azarado é o N que nunca consegue namorar!!!
- O O adora orquídeas!
- E o P que já foi padeiro, padre e agora é palhaço?!
- Eu orgulho-me muito do Q que passou anos no quartel!
- Fixe é o R que é muito responsável.
- Já o S... Só vive com sono.
- Estranho é o T cujo nariz é tão grande e até parece uma tromba...
- O U é ultra esperto, mas só vive a ultrapassar.
- O V tem problema de visão, porque ele viu uma vaca e disse que era uma violeta.
- E o W só vive jogando whist.
- O X diz que é xerife.
- O Y ficou muito triste e foi para a China trabalhar no yuan.
- O Z é solitário e virou zelador.
- Meu filho, embora a conversa esteja boa, temos de ir ao mercado.
- Vou chamar o C que é bom em contas!


Trabalho elaborado por: Yuri Martins Quaresma (5.º D)

Continuação do texto "Sopa de Letras"




O filho A perguntou ao pai:
- Pai, o que se passa com o B?
E o pai respondeu:
- O B está com uma dor de barriga muito forte. Já o J está sempre à janela a olhar para o jardim.
O A diz ao pai:
- Pai, já viste que o P está sempre na piscina.
E o pai respondeu:
-Ele gosta muito da piscina, mas o E está sempre a escapar aos estudos e isso não pode continuar.
E o filho A disse:
- Mas o T está sempre a trabalhar, a trabalhar e trabalhar, mas pelo menos não é nenhum totó.
E o pai respondeu:
- E o M tem de ter sempre falta de material nas aulas de Matemática.
E o filho A disse:
- O F só come feijão mas ainda contínua com fome.
E o pai disse:
- Pois! Mas, a nossa família tem homenzinhos como o H e o T e também preguiçosos como o M e o E, mas em fim a nossa família é assim. Vamos, mas é, comer.

Trabalho feito por: Tomás Santos (5.º D)
Continuação do texto "SOPA DE LETRAS"




- A culpa é sempre do I que é indolente...

- E do J, que passa o tempo todo à janela...

- E do k, que demora a corrigir os trabalhos de português...tem a mania de escrever com k e não com c.

- Já o L, está sempre fora de casa, leva a vida a passear com o Leonardo.

- Em compensação o M é o primeiro a ir para a mesa, porque gostava muito de manteiga.

- E o N?

- O N faz birra na natação e nunca chega a horas para jantar.

- O O também não, vem cansado de trabalhar nas obras.

- E o que se passa com o P?

- O P tem uma paixão pela Papoila!

- O Q não liga a isso, ele gosta é de queijo!

- Já o R está sempre a rir para a Rita.

- Hum...só o S não é simpatico! Ele só sorri enquanto soma pastilhas.

- Sabias que a T namora com o Tiago?

- Não, não sabia! É o amigo do U?

- Não, o U só tem um amigo...o urso.

- Para o V tenho que colocar dois pratos, tem a mania que é o duplo V.

- Mas não pode ser, porque o duplo V é o w.

- Estou farto da X! Anda sempre com o xaile atraz.

- Deixa lá, pai. Pior é o y que anda sempre a dizer yah!

- Fico zonzo com vocês! Só o Z se porta bem!

- Pois...é o mais novinho!

- É o nosso Zezinho.-diz o pai a sorrir para a mãe.


Feito por: Beatriz Filipa Martinho Andrade (5.ºD)

Se eu pertencesse à Comissão Disciplinar...

Na aula de Formação Cívica do dia 18 de Janeiro de 2011, a Professora propôs-nos que fizessemos um trabalho de grupo imaginando que fazíamos parte de uma Comissão Disciplinar duma escola, tendo como tarefa encontrar uma solução/ estratégia para um caso de bullying...

Surgiu este trabalho interessante:

“Situações de conflito e violência”- estratégias de actuação sem violência.

Depois de uma grande conversação decidimos distribuir os actos por vários graus:

1º grau – actos sem importância, mas com continuação progressiva, poderá influenciar nos maus comportamentos.


2º grau – actos com alguma importância, que com continuação poderão tornar-se muito graves.

3º grau – actos muito graves, sérios, com maus exemplos.

Como sanção decidimos conjuntamente, um pedido de desculpas, ordenar os livros da biblioteca correctamente, ajudar os funcionários na recolha de lixo e tentar tirar as nódoas das mochilas, pois cuspiram nelas.

Escrito por: Ana Catarina, Alícia , Tiago, Dinis, Vanessa 5ºD.

Amor de Perdição

"Amor de Perdição"

Este trata-se de mais um texto vencedor, na nossa escola, segundo a Prof.a Marta Cirne, do Concurso "Quem conta um conto, acrescenta um ponto", patrocinado pelo semanário Sol.


Amor de Perdição
(…) Algumas das cartas foram recuperadas e entregues ao pai de Teresa. Este leu-as e…começaram os sonhos, que mais pareciam realidade. Ora leiam…
Teresa ainda pensava em Simão, mas sabia que, mais cedo ou mais tarde, teria de o esquecer para não sofrer mais aquela angústia enorme. Também teria que começar a pensar que iria casar com o seu primo, porque o pai a obrigaria.
Simão, perdido ou morto no meio daquelas águas revoltas, com a sua alma acreditava no seu eterno amor e, mesmo não estando perto da sua amada, nunca a deixaria de amar com o seu coração doce e belo.
Teresa padecia, contando os dias que passaram, desde que deixou de ver o seu amado Simão, mas acreditava que o seu amado voltaria daquela terra longínqua e que iriam casar e ter uma vida feliz, tal como sonharam.
Já tinham passado dias e dias desde que Simão partira, e estava quase na véspera do casamento de Teresa com seu primo.
Teresa resolvera fazer as malas para o seu pai a ir buscar ao convento. Era necessário preparar e organizar tudo para o casamento dela com o seu primo.
Teresa não tinha vontade de fazer nada e estava muito desapontada com o seu pai. Não parava de pensar em Simão.
Mas, como por magia, Simão apareceu ali, ao seu lado. Quando Teresa se virou não acreditou no que estava a ver. Esfregou os olhos… era mesmo verdade!
Teresa deu-lhe um grande beijo e disse-lhe que nunca mais se separariam. Agora iria fugir com Simão e viveriam felizes para todo o sempre.
Teresa virou as costas ao seu mundo e seguiu…
O pai, atormentado, acordou do seu repetido sonho…
Todas as noites, desde que Teresa morrera, sonhava o mesmo. As lágrimas escorreram-lhe pela cara. Estava arrependido com o destino que tinha dado à sua filha e ao seu amor.
Teresa e Simão tinham abandonado este mundo e encontraram-se no Paraíso.
Simão ao vê-la chorou de alegria. Agora já estavam juntos pelo coração e pela alma e nunca mais se iriam separar. Viveriam ali a sua história de amor, um amor de perdição.
Mariana nunca mais lhes apareceu, mas sabiam que ela estaria a apoiá-los naquele eterno amor.

"As Pupilas do Senhor Reitor"

Foi pedido aos alunos do 5.º Ano que participassem no Concurso "Quem conta um conto, acrescenta um ponto" - patrocinado pelo Semanário Sol.
Daí resultaram bons textos tais como este que se segue, pertencente à aluna Alícia Frango, do 5.º D:

As pupilas do Senhor Reitor

– Daniel! Daniel! - gritou Margarida entrando, de rompante, no consultório de Daniel.
– O que se passa mulher, que gritos são esses? - inquiriu o Daniel.
– Lê! Lê! A carta que recebi da minha irmã! - disse a Margarida entregando-lhe a carta e sentando-se na poltrona do consultório, ainda sem fôlego e soluçando.
Daniel pegou na carta e começou a ler.
A carta que tanto desassossêgo provocou na Margarida falava de como estavam crescidos os seus sobrinhos, Dalila e Martim. Ela, uma rapariga reservada, mas possuidora de um grande coração; ele um rapaz de compleição física delicada como o seu tio Daniel, mas era um estudante magnífico. No entanto não foram estas notícias que transtornaram tanto a Margarida. Mas sim o relato da doença do padre António, homem bom e querido por todos. A carta falava na verdade que ele já estava acamado há vários dias e que derivado à sua idade, o seu estado de saúde era bastante grave.
Daniel levanta-se e ajoelhando-se aos pés de sua esposa, pega-lhe na mão e diz:
– Querida, acalma-te, vai preparar os miúdos, quando estivermos prontos vamos para a aldeia.
Quando Margarida chegou a casa gritou:
– Patrícia, César!
Margarida e Daniel também já eram pais de um lindo casal de gémeos. César era forte e sadio como o tio Pedro e o avô José, mas sem vocação para os estudos, demonstrava, no entanto, uma enorme paixão pela vida do campo. E Patrícia era uma menina muito bonita e já dona de muitos corações.
Após uma viajem cansativa do Porto para a aldeia natal, onde imperou o silêncio, finalmente chegaram ao destino.
César foi o primeiro a correr em direcção ao seu avô José das Dornas. Deu-lhe um grande abraço e disse-lhe que já estava com muitas saudades dele, pois ele era o neto querido do avô e o único apreciador dos trabalhos da quinta.
Entre abraços e beijos, lá passaram alguns minutos, quando apareceram o Pedro, sua mulher e os seus filhos, que iam visitar o Senhor Reitor. Depois de se cumprimentarem e de matarem as muitas saudades que existiam…
– Sabem onde está o padre António? – interrogou o Daniel.
– Sim, ele está em casa. – ripostou a Clara.
– Nós vamos visitá-lo, se quiserem vir connosco. – comunicou o Pedro.
– Sim, nós vamos. – disse o Daniel.
– Se quiserem, eu posso ficar com as crianças! – exclamou o senhor José das Dornas.
– Sim, muito obrigada pai! – exclamou o Pedro.
– Então vamos! – disse a Clara.
Lá foram eles, quando lá chegaram, o Senhor Reitor, que era o tutor de Margarida e Clara, olhou para as duas, nesse momento, notou-se uma luz de felicidade no rosto do velho Padre, tentou levantar-se e com os braços abertos em direcção às suas queridas pupilas esperou pelo grande abraço de Margarida e Clara. De repente, sem se perceber como, morreu, caindo nos braços das suas pupilas.
O funeral foi marcado logo para o dia seguinte. A aldeia inteira estava presente para homenagear o Padre, e nesse dia com o Senhor Reitor foram enterrados todos os boatos, conversas e rumores sobre os dois casais da nossa história.

A Melhor Carta

Já se encontra a decorrer a edição de 2011 do concurso ''A Melhor Carta'', este ano subordinado ao tema ''Imagina que és uma árvore. Explica porque é importante proteger a floresta''. A data limite para recepção das cartas é 25 de Fevereiro de 2011 (data de carimbo do correio).

Participa e concorre!!!

Regulamento em: http://www.anacom.pt/download.jsp?contentId=1056909&fileId=1056907&channel=graphic

DAR VOZ À POESIA

CONCURSO LITERÁRIO
15ª Edição 2010/ 2011

Concorre!!! Vê as regras de participação clicando em:


http://issuu.com/cmovar/docs/regulamento_vertical


E... Boa sorte!!!