Alunos do 5.º Ano foram convidados a dar continuidade à narrativa "Jorinda e Joringuel" iniciada na página 44 do Manual "Em Directo 5".
Ei-la:
Introdução original
No meio de uma densa floresta houve, uma vez, um castelo antigo onde morava, sozinha, uma velha que era uma temível bruxa. De dia, transformava-se em gata ou em coruja e, de noite, retomava regularmente forma humana.Com as suas artes mágicas, atraía animais selvagens e pássaros que depois matava e cozinhava para comer.
Ai de quem se aproximasse do castelo! Num raio de mil passos a toda a volta, a floresta estava embruxada. Quem, distraidamente, ali penetrasse ficaria mudo e quedo, sem se poder mexer, até que a bruxa o quisesse vir libertar. E, se fosse uma, rapariga, pior: a bruxa transformava-a em pássaro, fechava-a numa gaiola e levava-a para uma sala do castelo, onde havia já mais de sete mil destas aves.
Ora havia naquele tempo uma linda rapariga chamada Jorinda que amava ternamente um gentil rapaz chamado Joringuel. Estavam noivos e pouco faltava para o dia do casamento.
Estes, que se seguem, foram textos que surpreenderam a professora Marta Cirne, pela sua qualidade e excelência.
Desenvolvimento e Conclusão do aluno n.o 18,
Ei-la:
Introdução original
No meio de uma densa floresta houve, uma vez, um castelo antigo onde morava, sozinha, uma velha que era uma temível bruxa. De dia, transformava-se em gata ou em coruja e, de noite, retomava regularmente forma humana.Com as suas artes mágicas, atraía animais selvagens e pássaros que depois matava e cozinhava para comer.
Ai de quem se aproximasse do castelo! Num raio de mil passos a toda a volta, a floresta estava embruxada. Quem, distraidamente, ali penetrasse ficaria mudo e quedo, sem se poder mexer, até que a bruxa o quisesse vir libertar. E, se fosse uma, rapariga, pior: a bruxa transformava-a em pássaro, fechava-a numa gaiola e levava-a para uma sala do castelo, onde havia já mais de sete mil destas aves.
Ora havia naquele tempo uma linda rapariga chamada Jorinda que amava ternamente um gentil rapaz chamado Joringuel. Estavam noivos e pouco faltava para o dia do casamento.
Estes, que se seguem, foram textos que surpreenderam a professora Marta Cirne, pela sua qualidade e excelência.
Desenvolvimento e Conclusão do aluno n.o 18,
Tiago Luís Rodrigues Sacramento
Chegava o dia do casamento de Jorinda e Joringuel. Eles decidiram fazer o seu casamento perto da floresta, pois achavam que se deviam casar perto da natureza Joringuel estava todo arranjado.
Chegou a hora do casamento, estavam todos à entrada da floresta que parecia linda (pois a bruxa não estava lá, senão ficava escura e parecia assombrada, embruxada e também protegida por ogres e dragões).
Joringuel já estava à espera de Jorinda (como era costume em todos os casamentos). Quando Jorinda chegou na sua charrete puxada a gansos, a bruxa chegou ao mesmo tempo e ficou a assistir, dentro dos arbustos. Agora é que era, iam casar, iam os dois de braço dado, lindos, radiantes até os passarinhos cantavam.
Mas quando chegaram junto do altar a bruxa saltou dos arbustos e a floresta ficou assombrada, apareceram os ogres os dragões, relâmpagos surgiram no céu e as nuvens brancas ficaram negras.
E então a bruxa saindo dos arbustos disse:
- Agora é que vai ser. Vou transformar a tua noiva num pássaro e coloca-la na minha colecção.
O Joringuel fez um rasgão no fato e seguiu a bruxa. De repente ouviu uma voz dentro da sua cabeça que lhe dizia:
- Chama pela Jorinda.
E dentro da cabeça da Jorinda:
- Chama pelo Joringuel.
E assim o fizeram. E daí a bocado ouviu-se:
- Jorinda ! Joringuel !
E a bruxa na correr com ela as costas (porque tinha tomado uma poção de força).
Caiu para o lado porque não suportava ouvir os nomes de pessoas apaixonadas.
Conclusão
E assim o seu castelo desmoronou-se, todos ficaram libertados e a Jorinda e Joringuel foram casar para a sua casa. (Protegida pelo feitiço, para prevenir imprevistos.
Jorinda e Joringuel, desenvolvida e concluída pelo aluno n.o 10,
Chegava o dia do casamento de Jorinda e Joringuel. Eles decidiram fazer o seu casamento perto da floresta, pois achavam que se deviam casar perto da natureza Joringuel estava todo arranjado.
Chegou a hora do casamento, estavam todos à entrada da floresta que parecia linda (pois a bruxa não estava lá, senão ficava escura e parecia assombrada, embruxada e também protegida por ogres e dragões).
Joringuel já estava à espera de Jorinda (como era costume em todos os casamentos). Quando Jorinda chegou na sua charrete puxada a gansos, a bruxa chegou ao mesmo tempo e ficou a assistir, dentro dos arbustos. Agora é que era, iam casar, iam os dois de braço dado, lindos, radiantes até os passarinhos cantavam.
Mas quando chegaram junto do altar a bruxa saltou dos arbustos e a floresta ficou assombrada, apareceram os ogres os dragões, relâmpagos surgiram no céu e as nuvens brancas ficaram negras.
E então a bruxa saindo dos arbustos disse:
- Agora é que vai ser. Vou transformar a tua noiva num pássaro e coloca-la na minha colecção.
O Joringuel fez um rasgão no fato e seguiu a bruxa. De repente ouviu uma voz dentro da sua cabeça que lhe dizia:
- Chama pela Jorinda.
E dentro da cabeça da Jorinda:
- Chama pelo Joringuel.
E assim o fizeram. E daí a bocado ouviu-se:
- Jorinda ! Joringuel !
E a bruxa na correr com ela as costas (porque tinha tomado uma poção de força).
Caiu para o lado porque não suportava ouvir os nomes de pessoas apaixonadas.
Conclusão
E assim o seu castelo desmoronou-se, todos ficaram libertados e a Jorinda e Joringuel foram casar para a sua casa. (Protegida pelo feitiço, para prevenir imprevistos.
Jorinda e Joringuel, desenvolvida e concluída pelo aluno n.o 10,
Dinis Emanuel Martins Teixeira da Cunha
A bruxa que não sabia de nada, foi ao mercado “Embruxado”. Comprou: uma bola de cristal, línguas de sapo, unhas de ogre e muitas mais coisas... Entretanto encontrou um velho amigo chamado sherek (o velho actor de cinema)...
Depois chegou a casa, arrumou tudo, instalou a bola de cristal e foi ver televisão.
De repente a bola de cristal activou e a bruxa viu uma lindíssima rapariga passar na floresta embruxada.
A bruxa toda irritada, com fumo a sair das orelhas, lançou o feitiço para a paralisação da rapariga. A bruxa riu-se.
Como sempre, a bruxa, transformou-a num pássaro.
Joringuel foi ao mercado “Encantado” para comprar coisas para o casamento, mas também decidiu comprar uma espada.
Quando chegou a casa viu que a mulher não estava e foi então que se lembrou:
- Se calhar foi a bruxa!
Correu para o castelo da bruxa.
Os dragões acordaram e Joringuel, para os matar, teria de lhes arrancar o coração.
Joringuel, com toda a sua coragem e valentia arrancou-lhes o coração e passou então o pântano fedorento, que se encontrava antes do castelo.
Chegou ao castelo e para o feitiço se quebrar era preciso partir o cubo de energia que alimentava os poderes da bruxa e, quando a bruxa perdesse os poderes, os feitiços dela perderiam os valores. Então o Joringuel com a sua espada destruiu o cubo e conseguiu libertar a Jorinda e as outras raparigas.
No dia seguinte casaram-se e os seus amigos felizes organizaram um baile.
De repente ouve-se:
- Eu irei conseguir outra vez o meu poder…- gritou a bruxa.
Depois chegou a casa, arrumou tudo, instalou a bola de cristal e foi ver televisão.
De repente a bola de cristal activou e a bruxa viu uma lindíssima rapariga passar na floresta embruxada.
A bruxa toda irritada, com fumo a sair das orelhas, lançou o feitiço para a paralisação da rapariga. A bruxa riu-se.
Como sempre, a bruxa, transformou-a num pássaro.
Joringuel foi ao mercado “Encantado” para comprar coisas para o casamento, mas também decidiu comprar uma espada.
Quando chegou a casa viu que a mulher não estava e foi então que se lembrou:
- Se calhar foi a bruxa!
Correu para o castelo da bruxa.
Os dragões acordaram e Joringuel, para os matar, teria de lhes arrancar o coração.
Joringuel, com toda a sua coragem e valentia arrancou-lhes o coração e passou então o pântano fedorento, que se encontrava antes do castelo.
Chegou ao castelo e para o feitiço se quebrar era preciso partir o cubo de energia que alimentava os poderes da bruxa e, quando a bruxa perdesse os poderes, os feitiços dela perderiam os valores. Então o Joringuel com a sua espada destruiu o cubo e conseguiu libertar a Jorinda e as outras raparigas.
No dia seguinte casaram-se e os seus amigos felizes organizaram um baile.
De repente ouve-se:
- Eu irei conseguir outra vez o meu poder…- gritou a bruxa.