Uma história Misteriosa


Uma História Misteriosa


Era uma vez uma família, cujo apelido era Cabete. Esta tinha-se mudado, recentemente, para uma casa maior.

A família Cabete não sabia que a casa estava assombrada.

Um dia, à noite todos se foram deitar; a filha, durante a noite acordou e ouviu uns ruídos dos quais teve medo e foi acordar os pais, contando-lhes o que tinha ouvido.

A mãe levantou-se e foi à cozinha e as janelas estavam abertas. Fechou-as, mas elas abriram-se novamente.

A mãe deixou as janelas abertas e foi ao quarto do filho, mas o filho não estava lá, na cama, a dormir.

Chamou o marido e disse:

- Ó homem, acorda! O nosso filho desapareceu!

A casa ficou sem luz, a mãe pegou na lanterna e ligou-a.

A lanterna desligou-se, as luzes da casa ligaram-se.

A mãe desligou as luzes e foi ao quarto do filho, de novo, e ele estava lá a dormir.

A mãe, então, foi-se deitar.

No dia seguinte, estava tudo normal, mas o rádio estava ligado e ninguém o tinha ligado.

Passou, entretanto, o dia até à noite.

Comeram, deitaram-se e, durante a noite, a filha viu uma sombra a correr e pensou que era um fantasma; correu para o quarto dos pais e contou-lhes o que se passava.

Os pais disseram:

- Ó filha, deixa lá! Vai dormir, está bem?

- Está bem! Boa noite.

Durante a noite, o irmão acordou-a e pediu-lhe para lhe ir preparar o leite.

A irmã foi-lhe fazer o leite; a luz foi-se abaixo; ela ligou a lanterna e, entretanto, o irmão desaparecera; o copo de leite estava vazio.

As luzes ligaram-se e depois desligaram-se.

As luzes voltaram-se a ligar e o irmão estava na mesa a beber o leite; a irmã e ele foram-se deitar.

No dia seguinte, os pais chamaram a polícia, a quem contaram o sucedido até àquele momento.

A polícia começou a investigar, com mais pormenor, toda a casa.

Foi aí que encontram uma coisa inesperada no Sótão: uma criança que estava perdida.

A família Cabete ficou com a criança, porque os seus pais estava fora do país.

E, desta forma, a casa deixou de ser “assombrada” .

Trabalho de: BeatrizAndrade, n.º 4 - 5.º D

Sopa de Letras


Sopa de letras

-O I irrita-se todos os dias! - exclamou o A.
-O L está sempre a limpar! - disse o pai.
-O M manda o R sempre para a rua!
-O O está sempre ocupado!
-O S tem uns sapatos que saltam! - exclamou o A.
E o pai Alfabeto, satisfeito com o primeiro filho, exclama:
- Ó filho, vai lá perguntar à mãe Palavra se o jantar está pronto!
-Mãe, o jantar está pronto?
E a mãe Palavra respondeu que sim.
-Sim, pai, o jantar está pronto.
-Filhos, vamos comer!
-Sim, mãe! - disseram os filhos, em coro.


Nome: Erica Isabel Dias Cavaco    Turma: 5ºD    Nº: 7



Joga e Aprende

Novo Acordo Ortográfico

Entra no link que se segue e aprende, para além de cultura geral, como se escreve segundo o novo acordo ortográfico.

http://fmu.br/game/home.asp

Concurso "Onde te leva a imaginação?"



Para cada nível de ensino são propostas atividades de leitura e escrita, relacionadas com as obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura e com conteúdos CTT. As atividades permitem desenvolver as competências criativas dos participantes de uma forma divertida, através da leitura, escrita e ilustração.

Cada aluno terá que participar: Onde te leva o selo? - data limite de receção 23 de março de 2012
Onde te leva a leitura? - data limite de receção 27 de abril de 2012

Os trabalhos recebidos serão avaliados por um júri que premiará os melhores de cada atividade, por nível de ensino.

Para mais informação, procura em:

http://miudos.irrequietos.com/onde-te-leva-a-imaginacao/entrar.aspx

Sopa de letras

- A culpa é sempre do I, que é indolente…

- E do J, que passa o tempo todo à janela…

- E do…

- E do L que só sabe lamentar-se…

- Então e o M? O M está mal humorado!

- Já o N tem sempre novidades!

- Ainda bem! - diz o pai - Precisamos de novidades.

- O Ó está sempre muito ocupado, nem nos diz nada. Pelo menos, não nos atormenta! - disse o pai, exclamando.

- Já o P anda sempre preocupado em fazer algo…

- O Q nunca nos diz não, anda sempre muito divertido.

- Pois é, pai! Já o R passa-nos ao lado que nem um rato.

- Nem o vemos! – disse o pai.

- O S é um santinho!

- O T é uma boa companhia armado em trombinha… HeHeHe.

- Ai, pai! Já o U, o V, o X, e o Y…

Vem a mãe palavra, e diz:

- Ainda, por aqui, na sala? A conversa ainda não acabou? O jantar já está pronto! Venham para a mesa!!!

Trabalho realizado por: Inês Guita (5.º D)

Continuação do texto "Sopa de Letras"




- E o K que só vive a comer ketchup
- Coitado do L que só vive a lamentar-se.
- Sortudo é o M que só ganha medalhas de ouro.
- E azarado é o N que nunca consegue namorar!!!
- O O adora orquídeas!
- E o P que já foi padeiro, padre e agora é palhaço?!
- Eu orgulho-me muito do Q que passou anos no quartel!
- Fixe é o R que é muito responsável.
- Já o S... Só vive com sono.
- Estranho é o T cujo nariz é tão grande e até parece uma tromba...
- O U é ultra esperto, mas só vive a ultrapassar.
- O V tem problema de visão, porque ele viu uma vaca e disse que era uma violeta.
- E o W só vive jogando whist.
- O X diz que é xerife.
- O Y ficou muito triste e foi para a China trabalhar no yuan.
- O Z é solitário e virou zelador.
- Meu filho, embora a conversa esteja boa, temos de ir ao mercado.
- Vou chamar o C que é bom em contas!


Trabalho elaborado por: Yuri Martins Quaresma (5.º D)

Continuação do texto "Sopa de Letras"




O filho A perguntou ao pai:
- Pai, o que se passa com o B?
E o pai respondeu:
- O B está com uma dor de barriga muito forte. Já o J está sempre à janela a olhar para o jardim.
O A diz ao pai:
- Pai, já viste que o P está sempre na piscina.
E o pai respondeu:
-Ele gosta muito da piscina, mas o E está sempre a escapar aos estudos e isso não pode continuar.
E o filho A disse:
- Mas o T está sempre a trabalhar, a trabalhar e trabalhar, mas pelo menos não é nenhum totó.
E o pai respondeu:
- E o M tem de ter sempre falta de material nas aulas de Matemática.
E o filho A disse:
- O F só come feijão mas ainda contínua com fome.
E o pai disse:
- Pois! Mas, a nossa família tem homenzinhos como o H e o T e também preguiçosos como o M e o E, mas em fim a nossa família é assim. Vamos, mas é, comer.

Trabalho feito por: Tomás Santos (5.º D)
Continuação do texto "SOPA DE LETRAS"




- A culpa é sempre do I que é indolente...

- E do J, que passa o tempo todo à janela...

- E do k, que demora a corrigir os trabalhos de português...tem a mania de escrever com k e não com c.

- Já o L, está sempre fora de casa, leva a vida a passear com o Leonardo.

- Em compensação o M é o primeiro a ir para a mesa, porque gostava muito de manteiga.

- E o N?

- O N faz birra na natação e nunca chega a horas para jantar.

- O O também não, vem cansado de trabalhar nas obras.

- E o que se passa com o P?

- O P tem uma paixão pela Papoila!

- O Q não liga a isso, ele gosta é de queijo!

- Já o R está sempre a rir para a Rita.

- Hum...só o S não é simpatico! Ele só sorri enquanto soma pastilhas.

- Sabias que a T namora com o Tiago?

- Não, não sabia! É o amigo do U?

- Não, o U só tem um amigo...o urso.

- Para o V tenho que colocar dois pratos, tem a mania que é o duplo V.

- Mas não pode ser, porque o duplo V é o w.

- Estou farto da X! Anda sempre com o xaile atraz.

- Deixa lá, pai. Pior é o y que anda sempre a dizer yah!

- Fico zonzo com vocês! Só o Z se porta bem!

- Pois...é o mais novinho!

- É o nosso Zezinho.-diz o pai a sorrir para a mãe.


Feito por: Beatriz Filipa Martinho Andrade (5.ºD)

Se eu pertencesse à Comissão Disciplinar...

Na aula de Formação Cívica do dia 18 de Janeiro de 2011, a Professora propôs-nos que fizessemos um trabalho de grupo imaginando que fazíamos parte de uma Comissão Disciplinar duma escola, tendo como tarefa encontrar uma solução/ estratégia para um caso de bullying...

Surgiu este trabalho interessante:

“Situações de conflito e violência”- estratégias de actuação sem violência.

Depois de uma grande conversação decidimos distribuir os actos por vários graus:

1º grau – actos sem importância, mas com continuação progressiva, poderá influenciar nos maus comportamentos.


2º grau – actos com alguma importância, que com continuação poderão tornar-se muito graves.

3º grau – actos muito graves, sérios, com maus exemplos.

Como sanção decidimos conjuntamente, um pedido de desculpas, ordenar os livros da biblioteca correctamente, ajudar os funcionários na recolha de lixo e tentar tirar as nódoas das mochilas, pois cuspiram nelas.

Escrito por: Ana Catarina, Alícia , Tiago, Dinis, Vanessa 5ºD.